DataBaseON NucleONData
ONde o mercado é medido

DataBaseON · opções e contratos em aberto

Veja onde o mercado
se posiciona em opções.

Contratos em aberto por strike, mudanças entre pregões e histórico de Max Pain. Transforme a posição em opções da B3 em um mapa que você consegue ler — com a data-base ao lado.

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OPÇÕES · CONTRATOS EM ABERTOExemplo ilustrativo

Em quais strikes
a posição se concentra?

Calls e puts por strike, no mesmo vencimento. Quanto maior a barra, mais contratos em aberto.

2829303132 Strike (R$)
■ Calls · opções de compra■ Puts · opções de venda
01 Escolha o ativo e o vencimento02 Localize as concentrações de posição03 Compare com o pregão anterior
Como ler esse mapa

A posição em aberto conta os contratos que permanecem abertos no fim do pregão. Cada contrato tem um titular e um lançador: a concentração sozinha não revela a direção do mercado. Ilustração fictícia, com barras em escala relativa; não são dados ao vivo.

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Leia a posição por trás do preço

Uma cadeia de opções. Um mapa de posições.

01 · Concentração

Contratos em aberto por strike

Localize as concentrações de calls e puts e a distância até o preço do ativo. Compare a posição dentro de cada vencimento.

02 · Mudança

O que mudou de um pregão para o outro?

Veja onde os contratos em aberto aumentaram ou diminuíram, série a série. Separe por vencimento para investigar mudanças e rolagens.

03 · Contexto

Max Pain, com histórico

Acompanhe o nível calculado ao longo dos pregões, ao lado do preço do ativo. Um retrato da posição montada, sem promessa de preço-alvo.

Também no DataBaseON: estudos de commodities e futuros

Explore spreads de calendário, físico contra futuro e séries contínuas. Outras perspectivas para complementar seu estudo de mercado.

Como o DataBaseON se conecta à família ON

A órbita

O padrão ON

O acervo alimenta a API, e a API serve todo mundo — o nosso software, o cliente que quer o estudo pronto e quem prefere automatizar do próprio lado. Não existe caminho privilegiado: o produto da casa bebe da mesma porta que o cliente externo.

O acervo, e a portaOperante

DadosON

A memória do mercado, em bruto. Negócio a negócio, resumo diário, cadastro de instrumento e evento societário — normalizados e versionados, com a cobertura declarada na própria resposta. A API mora aqui, e é aqui que se decide quem é servido: conta, chave, plano e cota — inclusive a credencial que abre esta página.

O estudo prontoVocê está aqui

DataBaseON

Onde o dado bruto vira estudo pronto, para quem não quer calcular. Não recoleta nada e não credencia ninguém: entra pela mesma porta que o assinante externo. É onde moram as frentes de estudo — e as três ferramentas abaixo.

O softwareOperante

TradeON

O terminal completo: livro, fita negócio a negócio com o agressor, volume por preço, ranking de corretora, gráfico e espaço de trabalho. Bebe da mesma API que o cliente externo.

ExecuçãoOperante

OrdemON

Execução algorítmica para a B3. O operador configura uma ordem virtual e o motor a trabalha sozinha no mercado — o catálogo padrão que uma mesa institucional espera encontrar.

Dentro do DataBaseON

Onde o mercado está posicionado, quanto o ativo vale, e o que o número já disse.

Três recortes do mesmo acervo. Nenhum inventa dado: leem o que a B3 publicou e o que o mercado negociou, e mostram a parte que fica dentro do arquivo — a que ninguém abre porque dá trabalho abrir.

Posição em abertoOperante

positiON

Contratos em aberto por vencimento, e a variação de um pregão para o outro — milho, boi, dólar, índice, juros e o resto. É a posição que dormiu, não o volume que girou: a diferença entre quem passou o dia trocando de mão e quem ficou. Sai de arquivo público da B3, com a data-base ao lado do número.

FundamentoEm construção

valuatiON

O outro lado do preço: quanto o ativo vale. Empresa, RI e balanço, fundo e commodity. Em commodity o estudo é mundial — safra e clima nas regiões produtoras, oferta e demanda, exportação e importação, e o câmbio que fecha a conta.

PublicaçãoEm construção

informatiON

O que a casa publica. A manchete é uma medição, não uma opinião: o número, a janela em que foi medido e a procedência no rodapé, no lugar onde outro veículo põe o autor. E o que aquele número não prova vem escrito junto, na mesma tela.